1ª. Grande Viagem
de Fátima a Guimarães
Alvorada em Fátima depois de uma noite bem dormida numa Hospedaria que cumpriu as nossas necessidades.
Aconchegado o estômago dirigí-mo-nos à nova Igreja para aí prestar o Culto e agradecer este final de semana que foi de facto fantástico.
Registando um último olhar sobre figuras que muito nos dizem.
Se a viagem até Fátima fez uma passagem e paragem em Coimbra desta feita optei por tomar a Auto-Estrada e dirigir-me a Aveiro.
A viagem decorreu sem problemas a uma velocidade constante de 140 Km/Hora durante cerca de 150 Km. Tal reflectiu-se no consumo como mais tarde será relatado.
Tirando esse "precalço" nada a assinalar.
De realçar que em Auto-Estrada perde-se bastante o prazer da condução, a monotonia é uma constante, o prazer das curvas é inexistente, nada motiva para estar ali, a conduzir!
Pelo menos foi o que senti de tão longo período de condução em Auto-Estrada.
Chegados a Aveiro, estacionada a DeauVille, num local onde normalmente é tolerado e aceite o estacionamento de motos, há que dar corda aos sapatos e sentir o prazer de uma caminhada.
Como a máquina fotográfica é um utensílio que nunca fica sem a presença do dono, há que registar todos os momentos e mais alguns para mais tarde recordar.
E há sempre motivos para um registo, seja uma nova forma de fazer exercício físico de forma lucrativa, pedalando uma "viatura" onde dois turistas pagam para uma curta viagem.
Seja nos seus Edifícios, que primam pela originalidade e até pela sumptuosidade, autênticos marcos arquitectónicos, merecedores da classificação de Monumento Nacional.
Após um almoço, reparador e retemperador, passámos a tarde numa agradável "promenade" numa das cidades que mais me encanta e que tantas vezes me convida enquanto Autocaravanista Itenerante.
Também aqui o Porto marca presença, um Porto Cruz, para saborear com moderação.
E a viagem de regresso estava terminada quanto à sua passagem por terras de Aveiro.
O resto da viagem foi efectuado sempre por Estradas Nacionais, cumprindo o preceito dos 60 / 80 Km / Hora, uma velocidade que me permite controlar os meus movimentos e tentar controlar os movimentos dos outros.
E eis que chegados a Ronfe, uns escassos 6 Km da cidade de Guimarães, seguia eu descontraído quando o motor da moto se calou de mansinho e sem mais explicações!!!!!
Um tanto assustado, admirado, espantado, e sei lá que mais, lá me passou que talvez tivésse sido o combustível que.....
E não é que foi mesmo???
Lá rodei a patilha para a "reserva", e ao fim de alguns longos e ansiosos segundos o motor voltou a ganhar vida e a roncar de novo!
Ficou um aviso e um alerta muito importante, nunca mais conduzirei a moto descansado acima dos 250 Km percorridos, a partir daqui, há que procurar uma Estação de Serviço!
Imaginem que seguem numa qualquer Nacional, a iniciar uma manobra de ultrapassagem mais acelerada, e o motor falha mesmo a meio da mesma???????
Imaginem que seguem numa qualquer Nacional, a iniciar uma manobra de ultrapassagem mais acelerada, e o motor falha mesmo a meio da mesma???????
Para mim, ficou o "aviso"!
Ainda teria cerca de 3 l de "reserva", segundo os Manuais, o que daria certamente para os 300 Km, mas é um risco muito grande, que não se deve correr!
Chegados à Estação de Serviço, feito o reabastecimento com 15,87 l, para 273,3 Km percorridos, o que dá uma média de 5,81 l / 100 Km. E o conta-quilómetros regista já 42.419,2 Km!
Como já atrás o referi, as altas velocidades praticadas em Auto-Estrada aumentam significativamente os consumos, cerca de mais um litro em cada 100 Km, e não há milagres, as médias são mesmo altas!
Como já atrás o referi, as altas velocidades praticadas em Auto-Estrada aumentam significativamente os consumos, cerca de mais um litro em cada 100 Km, e não há milagres, as médias são mesmo altas!
Confrontado o representante da Honda, MotoTur, em Valadares, reconheceram que estas são de facto as médias das Hondas e que nada de anormal existiria na minha DeauVille.
E prontos! Final da Viagem!
Final também de um final de semana que primou pela excelência da Aventura vivida a bordo de uma Honda DeauVille que, espero, me venha a proporcionar muitíssimos mais momentos idênticos, de prazer na Viagem, prazer na Descoberta destes Encantos e Recantos, que mesmo conhecidos e reconhecidos, são sempre uma nova descoberta.
A todos, um abraço e até sempre,
José Gonçalves
(Guimarães)
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