Guimarães/Porto/Crestuma Lever/Guimarães
Final de semana intenso quanto a prazeres em duas rodas, muito em especial, pelo conforto que esta DeauVille proporciona.
Dá gosto rodar o punho e galgar kilómetros de prazer ao volante desta agradável descoberta.
Domingo amanheceu brilhante, com um Sol a convidar a uma fuga, e ela aconteceu, desta feita o Porto foi o alvo escolhido.
Logo à saída de Guimarães paragem na bomba para atestar 8.44 l, com 174.1 Km percorridos o que dá uma média de 4.85 l/100 Km. E já vai a contagem total em 41.710,3 Km.
Controlados os níveis de óleo, de água, e a pressão de ar nos pneus.
Logo à saída de Guimarães paragem na bomba para atestar 8.44 l, com 174.1 Km percorridos o que dá uma média de 4.85 l/100 Km. E já vai a contagem total em 41.710,3 Km.
Controlados os níveis de óleo, de água, e a pressão de ar nos pneus.
Sempre por estradas nacionais, a velocidades entre os 60 e os 80 Km/hora, disfrutando o prazer da viagem sem pressas de chegar, cheguei ao Castelo do Queijo onde parei para a leitura do jornal olhando o mar logo ali ao lado, convidando a uma praia que não aceitei.
O almoço foi ali, nas imediações do Castelo do Queijo.
Dali, rumei à Foz, à foz do Douro, aquele Rio que marca toda uma Região, que dá corpo e dinamiza todo um País, que enfrenta o Atlântico com a força e a garra característica das gentes do Norte.
Com uma fortificação marcando presença, mesmo assim permanece desconhecida para a maioria do comum dos mortais, incluindo-me aí.
Ainda não foi desta que me foquei neste objectivo e tentar desvendá-lo. Para mim, Portuense de nascimento, continua uma incógnita esta obra de arte com séculos de existência.
É hora de dizer até sempre a estes locais que nos oferecem momentos de paz.
Tendo Guimarães como objectivo final, aí chegaria já próximo das 21H.
Foi uma viagem tranquila, como se espera deste tipo de Turismo Itinerante, das Viagens que se seguirão.
A todos, um convite a passar por estes cantos e recantos tantas vezes preteridos, trocados pelos mesmos locais de sempre.
Este foi um olhar diferente, a semana será certamente mais amena quando em vista teremos novas paisagens semelhantes, ou talvez diferentes.
Um abraço e até sempre,
José Gonçalves
(Guimarães)
Ainda não foi desta que me foquei neste objectivo e tentar desvendá-lo. Para mim, Portuense de nascimento, continua uma incógnita esta obra de arte com séculos de existência.
Rodadas umas centenas de metros à que estacionar a DeauVille e meter corda aos sapatos que é como quem diz praticar um pouco de pedestrianismo, algo que me agrada também.
Logo ali ao lado, alguns exemplos de autocampismo que me desagradam enquanto autocaravanista. Mas cada um deve ser responsabilizado pelos seus actos e as Autoridades deveriam actuar mais e com maior firmeza no que a esta praga diz respeito!
A mim, e agora, resta-me registar momentos, pequenos fragmentos que constituirão memórias que jamais serão esquecidas ou apagadas.
Será tudo o que levo quando deste Mundo partir.
Até lá, há que aproveitar todos os momentos.
Uma caminhada paredão fora e sentir o cheiro da maresia.
As gaivotas, esses místicos animais, que partilham a sua vida com a dos homens, que convivem sábiamente e sempre atentas ao que as rodeia.
Quando a força da Natureza é dominada pela grandeza Humana, mas apenas enquanto o equilíbrio for mantido, já que esta, a Natureza, terá sempre a última palavra!
A pesca lúdica, uma forma de passar o tempo, talvez uma forma também de sobrevivência nos dias que correm, conturbados!
Um farol que guia quem no mar sobrevive, mesmo em dias de mar revolto.
Marcando presença, útil ajuda, ponto de referência.
Quando os novos seguem as pisadas dos mais velhos e delas tiram partido para um Futuro quem sabe melhor.
Mais um Companheiro de Estrada que também busca nestes recantos o prazer de uma viagem.
Entrando pelo Rio Douro.
Uma andorinha do mar, procurando alimento, atentamente.
Uma garça? Talvez.
Também ela atenta ao alimento que passa logo ali, ao alcance do seu longo pescoço sábiamente "escondido".
Uma barcaça, que já teve os seus dias de glória, jaz na margem esperando melhores dias.
Quem sabe!
Uma homenagem aos homens que fazem do mar o seu local de trabalho, o seu modo de vida.
Linhas.
Que conduzem, que nos transportam.
Que se cruzam.
E o Douro logo ali, um rio de ouro.
Sinais de guerra, de luta.
Sinais de independência.
E as pombas,
Sinais de Liberdade!
Um eléctrico, chamado "Passeio Alegre".
E que alegre que é este passeio pelas margens do Douro.
Pontes que unem povos,
que aproximam margens.
Barcaças, que antes transportaram pipas de vinho,
que hoje são fonte de Turismo.
Autocaravanismo, na sua vertente Itinerante, algo que muito me agrada.
Também ele uma forma de Turismo, Itinerante.
Não é por nada, mas uma DeauVille fica bem na paisagem. rsrs
Já na Margem Sul, do outro lado do Rio, admirando o Porto, esta cidade que é a minha, Capital do Norte.
Reconstruindo passado com perspectiva de Futuro.
Voltará em breve a galgar o rio.
E o Porto logo ali...
Hora de partir, em busca de novos portos, novos cantos e recantos.
Já em Crestuma Lever, onde o rio é dominado pelos Homens.
Espigueiro, sinal de fartura, esperança no Amanhã.
Uma barragem que domina as águas, que aproxima margens, também ela fonte de Turismo.
Aproveitando o espelho de água criado pela barragem, brincando com a Natureza.
Já passei por estas comportas, que vencem barreiras, que proporcionam momentos inesquecíveis.
Quando as comportas abrem horizontes rumo ao Atlântico.
Quando as aves tiram partido das construções dos humanos e delas fazem seus santuários, locais de abrigo, locais de descanso.
São umas largas dezenas de aves que aqui aguardam o momento propício de regressar ao mar, em busca de alimento.
Até lá, tratam do seu corpo, das suas penas, descansando, recuperando.
Entardecer em Crestuma Lever.
A viagem está a chegar ao fim.
É hora de dizer até sempre a estes locais que nos oferecem momentos de paz.
Tendo Guimarães como objectivo final, aí chegaria já próximo das 21H.
Foi uma viagem tranquila, como se espera deste tipo de Turismo Itinerante, das Viagens que se seguirão.
A todos, um convite a passar por estes cantos e recantos tantas vezes preteridos, trocados pelos mesmos locais de sempre.
Este foi um olhar diferente, a semana será certamente mais amena quando em vista teremos novas paisagens semelhantes, ou talvez diferentes.
Um abraço e até sempre,
José Gonçalves
(Guimarães)
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