quinta-feira, 4 de outubro de 2012

De Guimarães a Fátima

 
1ª. Grande Viagem
de Guimarães a Fátima
 
Depois de gozado o primeiro período das Mini-Férias de Setembro em Autocaravanismo Itinerante há que estacionar a Autocaravana e partir desta feita a bordo da Honda DeauVille rumo ao Sul.

Atestado o depósito com 6,75 l. percorridos entretanto 148,6 Km, representa uma média de 4,54 l/100 Km, um valor muito interessante para os objectivos pretendidos. Contam já 41.858,9 Km.

Saímos então de manhã, pelas 9H00m, pouco madrugador para o meu gosto, mas...

Seguimos calmamente pelas Estradas Nacionais, sempre na casa dos 60 / 90 Km/Hora.

O tempo estava agradável e o trânsito muito calminho.

 
Pelas 11H00m estávamos estacionados na Zona Centro de Coimbra onde um café e um bolo acomodáram o estômago da viagem.
 
 
Com a presença marcante da Universidade de Coimbra a observar os passos dos cidadãos.
 
 
 
Ali haveria de ficar estacionada a DeauVille enquanto os Turistas Itenerantes calcorrearam as ruas e ruelas de Coimbra.
 
 
 
Uma primeira investida pela Sé de Coimbra, desvendando os seus Encantos sempre fascinantes. 
 
 
 
As paredes forradas com o tradicional azulejo majestosamente à mão trabalhado.
 
 
Tectos rendilhados pela mão de artesão sábios.
 
 
 
 
 
 
 
 
Quando a intervenção atempada permite a conservação cuidada.
 
 
 
 
 
 
 
Uma breve passagem pelos Passos do Concelho, que estava em operação de limpeza.
 
 
Uma investida pela Coimbra além Mondego.
 
 
Onde a cada canto existe um qualquer encanto.
 
 
 
 
E seres que indiferentes aos passantes labutam na sobrevivência.
 
 
Olhares...
 
 
 
 
Ruas e Ruelas que convidam a uma passagem, pessoas que nos cumprimentam, que nos acolhem.
 
 
Pelourinhos, sinal do Poder.
 
 
E Igrejas majestosas, sinal de Evangelização.

E em Coimbra almoçámos naquele intrincado de ruelas e becos, alguns sem saída.

Após o repasto, sempre com calma e atentos ao trânsito que não era muito, rumámos a Fátima.

Antes passámos pela Solvitur, entre Leiria e Fátima, uma empresa na área do autocaravanismo que nos presta assistência à autocaravana quando por cá passamos. Tirámos as dúvidas que trazíamos.
 
 
Já em Fátima, na saída Sul, rumámos à REPSOL onde após 286,9 Km atestámos o depósito com 14.23 l o que dá um consumo de 4.96 l / 100 Km. Com dois ocupantes, malas laterais atestadas e top-case também atestada, penso ser um consumo muito aceitável. Marcam já 42.145,9 Km percorridos.
 
 
Como o calor era muito, aproveitámos para saborear um gelado à sombra de um pinheiro, ali mesmo, na Estação de Serviço.
 
 
Numa das entradas Sul para Fátima descobrimos uma rotunda embelezada com uma magnifica scooter, modelo Vespa, uma homenagem ao pessoal das scooter's, ao pessoal que circula em duas rodas.
 
 
Belíssima esta obra de arte de um artesão de soube delicadamente trabalhar a pedra.
 
 
 
 
 
 
Equipado a rigor, não resisti a testar esta magnífica scooter!
 
 
 
Modelo aprovado, se bem que um tanto duro!!!!
 
 
Chegados finalmente ao Santuário de Fátima, um local muito frequentado quer em Autocaravanismo Itenerante, quer em Turismo, também ele Itenerante em viatura ligeira, e agora, em Moto Turismo, também na vertente Itenerante.
 
 
 
 
 
Alguém que recordo com saudade, a quem prestei Guarda de Honra no longínquo ano de 1982, aqui mesmo, nesta imensa praça do Santuário de Fátima.
 
 
 
 
 
 
Uma pomba branca, sinal de Paz, em tempos tão convulsivos que vivenciamos.
 
 
Mas o local é mesmo de Silêncio e de Oração, mesmo para os não crentes.
 
 
Uma das Exposições Itenerantes que no subsolo acontece amiúde.
 
 
 
Belos os enquadramentos tidos em consideração para esta Exposição.
 
 
 
 
 
As "Redes do Pescador".
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
E as pombas, brancas, por ali andavam, talvez tentando espalhar a Paz almejada.
 
 
 
 
 
 
Entardecer em Fátima.
 
 
 
Local de Promessas, sob a protecção da Catedral, espelhada no local.
 
 
 
Hora do lanche, percorrendo as ruas das redondezas, iluminadas pelo Sol do entardecer, conferindo aos edifícios uma beleza rara, única.
 
 
Local de estacionamento, no lado Sul do Santuário.
 
 
 
Já com o estômago aconchegado, por um jantar retemperador, é hora de Vigília e de Oração, talvez agradecendo o prazer da Viagem, a segurança da mesma, os objectivos alcançados na Vida.
 
 
 
 
Algumas centenas de crentes aqui teimam marcar presença para agradecer as venturas da vida.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Procissão de Velas, já próximo do final da Vigília.
 
 
 
 
 
Bom. O dia chegou ao fim, já para lá da meia-noite.

Foi uma longa jornada, mas muito agradável.

Aqui, neste exacto local, a DeauVille repousou, nós, ficámos no 2º. andar, uma noite tranquila.

E este é o fim do relato da 1ª. Grande Viagem da DeauVille.

Haverão muitas mais histórias para contar, espero eu!

Um abraço e até sempre,

José Gonçalves
(Guimarães)

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